Por isso, cibersegurança deixou de ser um tema de TI para se tornar uma variável crítica da operação no setor elétrico.
Com a digitalização e a operação remota, ampliamos eficiência, mas também a exposição. Cada ponto de conectividade passa a ser um ponto de risco.
Uma falha não é apenas técnica. Ela pode gerar:
🔹 perda de controle da operação
🔹 indisponibilidade de ativos
🔹 danos a equipamentos de alto valor
🔹 custos emergenciais e penalizações milionárias
Ou seja: impacto direto na receita, na previsibilidade e na confiabilidade.
Ainda assim, boa parte do mercado trata cibersegurança como camada acessória e não como parte da operação.
Na Cotesa, a lógica é outra.
A cibersegurança nasce junto com a operação. Está na arquitetura, nos controles, na forma como estruturamos nosso centro de operação e na disciplina com que tratamos acessos, dados e decisões.
Entendemos que operar ativos de terceiros exige mais do que eficiência técnica, exige responsabilidade sobre riscos que impactam diretamente o negócio do parceiro.
Porque, em um sistema interligado, o risco nunca é isolado.
A questão é: esse risco já está sendo tratado como parte da operação… ou ainda está sendo subestimado?